O poeta e sua defesa ao romântico, ao céu, ao feliz, à fila do pão.

“A força o encanta e o enfraquece. Assim, ele é atraído irresistivelmente por todos os símbolos do infinito, o mar, o céu; por todos os antigos representantes da força, gigantes homéricos ou bíblicos, paladinos, cavaleiros; pelos animais enormes e temíveis. Em contrapartida, mas por uma tendência diferente cuja origem contudo é a mesma, o poeta se mostra sempre o amigo terno de tudo que é fraco, solitário, triste. A moral não entra nessa arte a título de finalidade. Ela se mescla e se confunde aí como na própria vida. O poeta é moralista sem o querer, por abundância e plenitude de natureza.”

– Charles Baudelaire.

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Esta entrada foi publicada em 10/10pmMon, 22 Oct 2012 23:09:49 +0000/2012 às 11:09 PM e está arquivada sob Sem categoria. Guarde o link permanente. Seguir quaisquer comentários aqui com o feed RSS para este post.

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