Poema a Pablo Neruda

Quando falas, não ouço

Respiro

Cada palavra tua.

Quando amas, pões em mim teu ar, e

Suspiro

Tamanho afeto de um homem que ama

E quando esse ar, que respiro e suspiro

Expiro

É pra que ele se perca em você

Como cada palavra

Como o meu próprio afeto

Como eu mesma

Insisto e tenho gosto em perder-me

Dentro de você,

Deixando-te em doses homeopáticas

De suspiros.

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Este post foi publicado em 10/12pmMon, 02 Dec 2013 22:28:49 +0000/2012 às 10:28 PM. Ele está arquivado em Sem categoria e marcado , . Guarde o link permanente. Seguir quaisquer comentários aqui com o feed RSS para este post.

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